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No episódio anterior…

“Batman V. Superman, A Origem da Justiça – Ah, então acham que deixaríamos passar essa?! Não, dentro da fantasia/ficção devemos falar os prós e contras, por que gostar e o porquê de odiarem tanto, uma relação de amor e ódio, a polarização, a disputa, etc.”

Bem colegas e leitores do GamoBranco, podem pegar aquele cafezinho e uma bolacha (ou biscoito, tanto faz), pois iremos embarcar, não somente no universo da Liga da Justiça da trindade da DC, mas discutir um pouco sobre as influências, as inspirações, o ódio, amor e polarização desse filme que foi sensacional/intrigante/decepcionante/empolgante/exagerado alguma coisa e ainda está dando o que falar por aí, nos cantos mais sombrios dessa vasta rede de comunicações e na boca do povo é claro.

“Afinal, Batman V. Superman, funciona?”

Como há uma linha que separam as opiniões alheias entre as pessoas, que devem estar realmente intrigadas (seja para bem ou para mal) sobre essa película, devo dizer que se for na lógica mais simplista, sim, o filme funciona, mas como diria Fred, vamos por partes.

Dentro do foco de ser um filme simples e ter um “fan service” gigante, realmente tem boas cenas compiladas e a batalha final empolga pelo show de visuais (para os amantes de Dragon Ball Z seria um prato cheio, o que não considero algo ruim, adoro a obra de Toriyama), mas sofre de um problema de cadência muito grande – que até comentei com amigos (as) quando saí do cinema – ao longo do que podemos chamar de uma colcha de retalhos interessante, mas desafiadora.

Então já dá pra deduzir que gostei, mas certamente tenho ressalvas que gostaria de abordar, não que queira moldar alguma opinião (coisa que de fato querem fazer ao detonarem esse filme com alguns argumentos as vezes exagerados, mas deixem para lá), mas sim porque achei um filme que quer introduzir muitas informações ao mesmo tempo e com uma necessidade de urgência giga de montar um universo em cima do outro filme solo do Homem de Aço, que até têm boas ideias, mas se complica no desenvolvimento das mesmas, talvez por pressão da produção/estúdio, ou até mesmo por cortes de edição, ou não.

De fato, só esse comentário acima seria muito ralo pra conseguir construir uma opinião mais formulada sobre o que falhou para ter sido tão criticado e sofrer muitos certos “bullings”, as vezes desnecessários, pois já houveram muitos outros longas de heróis que não foram tão perseguidos assim, mas que tinham problemas de roteiros tão equivalentes quanto.

Deixarei bem claro que não quero defender uma ou outra (DC/Marvel) e nem incitar alguma guerra entre editoras (que existe, no entando alguns parecem fazer disso sua vida), mas sim, entender esse por que do ódio exacerbado quanto ao tema (até porque adoro personagens das duas editoras, sem distinção, gosto de quadrinhos e ponto).

Então vamos a desconstrução do mito.

Já deixarei avisado que abaixo poderá conter spoilers fortes para aqueles que não assistiram e que não leram os quadrinhos.

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Para começar a discutir sobre, temos que lembrar que o filme segue a premissa deixada pelo seu antecessor (?) ‘Homem de Aço‘ de 2013, que conta uma história diferente daquela que estávamos habituados, mesmo que ninguém seja obrigado a acompanhar os quadrinhos acredito que sabem que desde o final da década de 80, o Kyptoniano já não salvava mais gatos da árvore, nem que era perfeito e que não soprava gelo para apagar o fogo.

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Então, ‘Homem de Aço’ acertou na sua composição arriscada e mais “realista/sombrio” (como alguns gostaram de abordar)?!

Pode dizer que sim, com altos e baixos, para muitas pessoas, ver essa nova roupagem levantou as sobrancelhas e algumas questões que eram de senso comum, isso deixou o público confuso, questionando do porquê de ele ainda não ser aquele herói que todos esperavam, de não ser a personificação da justiça habitual, não mais aquela pessoa infalível e de ser um “humano-falho”, dividindo o público e dando vida ao ódio por essa nova versão do azulão.

Novamente, ao primeiro momento, o filme tem certos problemas de rítmo que comprometem uma compreensão maior desse herói ser ou não um bem maior da humanidade, o salvador (como é discutido em muitas mídias) e o novo Messias, lembrando que em hora nenhuma Kal-El, dentro da proposta do longa, foi ou tinha confiança suficiente em ser alguem altruísta; tanto em ‘Homem de Aço‘ quanto em ‘Batman v. Superman‘, esse personagem, é muito duvidoso e completamente perdido, sendo extremamente falho, talvez essa tenha sido a problematização maior dos roteiros, e isso afeta na transmissão de um protagonista cativante e carismático (algo que um ator desconhecido foi à 38 anos).

A primeira película traz um jovem Clark, mais ingênuo e menos seguro de si (conforme comentado acima); ele chega ao limite de roubar roupas de um varal qualquer e destrói um caminhão por ter sido provocado… discurso sarcástico/conservador: “Ora bolas, como pode?! O Superman não faria isso!”

Calma lá, realmente parece um absurdo, mas essa é uma forma bem clara de narrativa para mostrar que ele é humano também, que deve estar disposto a seguir as regras normais, mas será que isso não foi um recurso de roteiro falho? Ou quer forçar um lado mais humaizador em um dos seres mais poderosos do universo, seria realmente cabível?

Será que isso é novo mesmo?!

Infelizmente teremos que voltar a raiz e falar um pouco da criação desse personagem, pois tudo isso é uma discussão desde sua nascença, em junho de 1938 pelas mãos de Jerry Siegel e Joe Shuster, em que foi apresentado um dos primeiros heróis fantasiados no cenário dos quadrinhos, lembrando que durante o período da Segunda Guerra Mundial, a ideia do guerreiro mais poderoso do universo e imbatível era muito aceitável e esperançoso, mas pós problemas mundiais, será que ainda venderia?

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E quem achava que a cena dele quebrando as correntes em Homem  de aço era novidade???

Líder até o final da década de 50, talvez as pessoas tivessem perdido o interesse e/ou não queriam mais aquele tipo de herói, perfeito e insuperável dentro de seu entretenimento, mas claro que ainda vendia, porém Batman já tomava a liderança sendo um herói mais aos moldes de Sherlock e sendo mais “realista”.

Essa versão (do que chamam de “a era de ouro”) ainda foi muito bem aproveitada e refeita durante o período da Guerra Fria, sendo essa última muito mais disseminada e apresentada ao mundo em 1978 aos cinemas, interpretada por Christopher Reeve (que mais tarde ganharia muitos holofotes por causa desse papel) e que foi muito bem adaptada.

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Mas no cenário dos quadrinhos ainda ficava aquela dúvida de como se recuperar, então a pergunta era: “como fazer para que o Superman seja um respeitoso nº1?!”

Marv Wolfman – “Então vamos reescrever alguns aspectos sobre ele, mas vamos fazer uma homenagem ao antigo, blz galera?!”.

Eis que então as coisas começam a mudar, com uma ideia de reformulação alguns personagens tinham que sair, serem descartados (por enquanto) e recriar os que mais importassem, mas em meio a essa “crise” editorial é que surge um divisor de águas no mundo dos quadrinhos, a “Crise Das Infinitas Terras” (1986, argumentos de Marv Wolfman e desenhos de George Peréz), que teve algo próximo a 4 anos de estudos até ser publicado (até mesmo porque as histórias estavam uma bagunça só), que é um arco fantástico e aclamada pelos leitores (com extrema razão, temos que falar sobre), que nada mais é do que a reunião de uma gama de batalhas entre personagens adquiridos de várias outras editoras e da descontinuação de muitos deles, dentre eles, o Superman clássico/terra 1 (o mesmo que vestiu o manto desde 1938) – indico fortemente a leitura.

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Arte de capa por Alex Ross.

E então algum tempo se passou e o novo Homem de Aço viria a tona, com os argumentos de John Byrne e Dick Giordano nos desenhos, eis que o superman agora teria um lado muito mais humano e a figura do Clark Kent melhor explorada, além isso ele “realmente” era o único sobrevivente de Krypton (óia filme de 2013 puxando uma cordinha), já que a Supergirl havia morrido não existia.

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Apesar de ser uma ótima revista, foi alvo de muitas críticas na época, pois as mudanças eram radicais demais para os fãs mais fervorosos (parece muito com hoje em dia), mas tempos depois entrou na cultura pop e hoje em dia é “cult” (odeio esse termo).

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Até que, alguns anos depois, com a reformulação já estabelecida, chegou às bancas “A Morte Do Superman” no início da década de 90 e o mundo tinha parado novamente, virando até capa de jornal. Essa, talvez seja a mais ambiciosa história da DC do século passado (não digo que foi a melhor), lembro-me de como comentavam nos colégios, nas ruas e de como as pessoas ficaram realmente de cabelo em pé com essa possibilidade.

 – “Como assim havia alguém mais forte do que o homem-de-aço e ainda vai matá-lo? ”

A DC tinha conseguido, trouxe novamente aos holofotes o seu guerreiro imbatível mais poderoso, que antes era somente uma linha a ser cruzada, agora ele importava novamente, as pessoas se preocupavam e se interessaram, compraram a premissa.

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Só para fazer mais uma observação, para citar outro quadrinho em que essa crença do herói perfeito é refutada e facilmente destruída, eu aponto para “Reino Do Amanhã” com argumentos de Mark Waid e com a arte talentosíssima de Alex Ross (que dispensa comentários), lançada em 1999, em que o Homem de Aço está aposentado e a Liga foi desfeita, uma ótima história com ilustrações de cair o queixo.

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Encerrando essa parte, o Azulão sempre foi o querido da galera, mesmo muitos não gostando ou esquecendo disso, mas acabam respeitando o personagem pois ele era o ideal máximo, o único a ser reconhecido por toda a humanidade, mesmo com tanto “haters”. No entanto, isso tudo foi dentro do cenário dos quadrinhos e quando comparamos a quantidade de fãs de HQ’s com a quantidade de fãs de cinema, a diferença é gritante e descomunal, logo, muitos daqueles que não acompanhavam esse cenário nem ao menos sabiam de nada disso, ou pouco importava, “whatever”.

Devemos lembrar que Kal-El é o guerreiro a ser batido, a meta a ser atingida e o oponente mais digno, talvez seja o herói que mais foi desafiado no mundo dos quadrinhos, não somente pelo Batman, ou por qualquer outro herói da DC, mas até mesmo pelo Homem-Aranha (que não conseguiu causar qualquer efeito) e Spawn (sim, aquele mesmo, o Soldado do Inferno).

Agora voltando à sétima arte, a missão de “Homem de Aço” era difícil; quebrar esse mesmo paradigma que os quadrinhos tiveram e que foi se perdendo durante anos (idéia da era de ouro), de que ele poderia proteger a todos, de que era imbatível, onisciênte, onipresente e indestrutível, apresentando uma nova ideia de que esse Superman era falível (lembrando, um conceito de John Byrne); e toda essa carga é de que ele é o herói perfeito retorna a toda na frase dita pela projeção de seu pai Jor-El, que é carregada de romantismo e que não devia ter sido dita, ou ter sido reformulada, causando uma confusa controvérsia no roteiro que tentava anular aquele antigo Superman.

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Uma das cenas mais controvérsas.

Dentro da nave de Zod, Kal-El soca uma parede após a projeção de seu pai pedir, para abrir uma porta e os dois visualizam a paisagem da terra e o sol ao fundo, até que eles observam um ‘scape pod’ avariado em que estava a Sra. Lois Lane caindo em direção à Terra, então Jor-El diz:

– “Você pode salva-la Kal, você pode salvar todos.”

Mas na verdade, ele pode mesmo?

Nesse momento do filme, já nos apresentaram uma situação impossível a ser contornada por um herói só, em que ele enfrenta seres de igual poder, dois bate estacas kryptonianos (nos  dois hemisférios do planeta), ainda tem que salvar à Lois e o mundo, que pra variar, será terraplanado. Além disso tudo, o jovem garoto do Kansas teve qu enfrentar um dilêma muito desafiador e passível de contestação ao final, em que ele mata o Zod.

Isso não seria demais até mesmo para o herói mais poderoso? Será que realmente conseguiram criar uma situação claramente desafiadora em que há dúvidas se realmente ele vai conseguir.

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Por que ele não pulou e socou o Zod pra fora do planeta?

–  O filme de 2013 conseguiu desconstruir essa crença de que ele poderia salvar a todos?!

Sim, na verdade é que a maioria questionou o motivo de que o Superman destruir Metropolis, no entanto poucos se perguntaram se ele realmente conseguiria salvar tudo ao mesmo tempo, e que os seres tão poderosos quanto ele facilmente o colocaram de escanteio.

O filme é bom e tem recursos visuais nunca vistos num filme de heróis na tela de cinema, mas tentou desconstruir algo em sua essência e falhou ao construir algo “novo”, isso na minha opinião, mas me diverti bastante e deixei de lado as falhas tentando não prestar mais atenção aos erros mas sim aos lados bons.

– Okok, entendi, então O Homem de Aço tenta revelar um Superman falho, mas e em Batman v. Superman?

Aí é que está a problematização do roteiro, o nosso heroi azul ainda continua sendo uma pessoa amargurada e sem a capacidade de tomar decisões por si próprio de modo autruísta, não cativando – como deveria – o público e nem se deixando ser cativado, ele é facilmente refutado e manipulado ao decorrer da trama, o que fez alguns fãs mais xiitas ficarem tristes revoltados, pois como dito antes, ele é o símbolo da esperança (que aliás é o que o simbolo no peito dele representa de acordo com esse universo) e o filme anterior não somente acabou com a crença de que ele era imbatível e infalível, mas também a de que ele seria alguem em que podiamos confiar?!

Ao contraponto do Kryptoniano, o nosso Cavaleiro das Trevas é apresentado como um ex-herói aposentado e profundamente psicopata (ênfase nesse termo), o que não é problema, pois o Coringa já levantou essa dúvida várias vezes, deixando bem claro que ele era um potêncial ‘psycho’.

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Só para recapitular alguns momentos em que o Homem Morcego é mesmo um psicopata, em “A Piada Mortal” de Alan Moore, depois de tudo que o Coringa faz, Batman ainda rí e o resto é para se pensar, matou ou não?!

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Outra é em “The Man Who Laughs (O Homem que gargalha)” de Ed Brubaker, em que, para criar um antídoto para a toxina do Coringa, Bruce tem a brilhante ideia de injetar em si a toxina para que ele mesmo seja a cobaia desse experimento louco e insano, bom, o plano não da muito certo a princípio, Bruce acaba adiquirindo algumas feições do próprio Coringa, e o resto podem conferir, fica a dica, uma boa leitura… mais um apontamento, é dessa revista que tiraram algumas ideias da trama do jogo “Arkham City” e “Arkham Knight” posteriormente.

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Aí está… Bruce Wayne.

Bom, talvez o morcego tenha passado por uma dura guerra ao crime interminável e infindável (na qual ele provavelmente perdeu) e que de fato estaria cansado e amargurado por ter falhado no passado, o roteiro novamente deixa escapar sem ao menos explanar sobre, causando uma confusão que rola solta, o que levou a pensar que ele é um Batman assassino a sangue frio, indo em contrapartida ao Playboy que nunca mataria.

Mesmo assim, o roteiro novamente não traz uma explicação para o Batman levar tantos armamentos bélicos ao mesmo tempo, o que gerou um pouco de conflito, mas que era pra mostrar que se o Bruce quiser, ele pode enfrentar um exército, quanto a minha pessoa, encarei de boa, era para ostentar.

Apontando mais uma questão daquilo que tanto criticaram o filme, soletrando novamente, esse Bruce Wayne vai de encontro ao ser mais poderoso da Terra com o intúito de matá-lo, sim, isso mesmo, o diretor poderia ter escolhido uma outra motivação para resolver essa questão, por exemplo, a resolução de “O Cavaleiro das Trevas” (1986, Frank Miller), simplesmente a de pará-lo mais como uma demonstração ideológica do que de força, o que é poético e fala muito mais do que simples palavras.

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Batman portando armas de fogo… oooooohhhhh isso não é novidade sr. Frank.

Todavia, nem tudo são trevas e sombras, pois o cinema brilhou com a entrada da Semi-Deusa da Guerra, a Amazona grega, a princesa, lógico que estou falando da Mulher Maravilha, que foi completamente baseada na versão impar de Brian Azzarello (que é uma das melhores versões, juntamente com a de Gail Simone), feroz, guerreira e forte, muito forte.

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Realmente, há muitos “furos” de roteiro aqui e alí, a exemplo do Flash aparecendo para avisá-lo sobre o futuro, o que no filme foi muito solto, sem qualquer sentido ou introdução a compreensão comum, mas para os leitores, sabem que era menção a ‘Crise nas Infinitas Terras’ a mesma citada acima, em que o Corredor Escarlate aparece para o Cavaleiro…

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… se parar para pensar sobre, esse é o preço que a Warner se comprometeu a pagar, não por correr atrás de um universo coêso para seus heróis de primeira ponta, mas ao tentar injetar tudo de uma vez, ao invés de ir comendo pelas beiradas e montando algo sólido com o tempo e com os fãs.

Fica evidente que Zack Snyder tentou se sobressair tanto em efeitos, quanto à qualidade visual, isso ele faz muito bem feito, de fato. Não irei criticar o seu estilo de fazer cinema até mesmo porque é um assunto chato pra caramba como se todos conseguissem fazer melhor, todavia são nas coisas mais simples e aos mínimos detalhes é que se encontram as maiores atenções, essas falhas de roteiros são coisas que deveriam ter sido corrigidas, ou que podem ser corrigidas em algum outro filme futuro, todavia desde o princípio pra um aproveitamente melhor da trama devia ter utilizado de recursos mais inteligêntes que gastam menos do orçamento, já que a intenção era a de que as primeiras partes fossem um prelúdio.

Apesar de ser um show de imagens, ‘Batman V. Superman’ não sanou minhas espectativas totalmente, que por acaso estão em ‘Esquadrão Suicida’ em que sou fã incondicional (um assunto a ser abordado em outro momento), mas me divertiu bastante, lembrando que tive que me abstrair de certos conceitos e paradigmas para que minha noite fosse bem bacana e proveitosa, afinal a vida é para apreciar e sorrir, e não somente para tentar apontar erros e defeitos em alguma coisa.

Lembrem-se que tudo isso pode ser corrigido no multiverso… afinal, a DC hoje em dia tem 52 terras…e  “[…] eis o segredo do Universo: bilhões de pessoas, fazendo bilhões de escolhas. Criando infinitas terras”.

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(Continua num futuro próximo)…

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